Conheça as criaturinhas que saíram da cabeça cafeinada do roteirista deste site. Baseadas em figuras mitológicas – ou não, dependendo daquilo em que você acredita – elas têm um único propósito: divertir o seu próprio criador. 🙃
![]() | Entediado com a eternidade, Azazel dos Santos está convencido de que a humanidade não precisa de nenhuma consultoria demoníaca para enfiar o pé na jaca, por isso (e por preguiça) quase nunca intervém. Assim, entre uma ironia e outra, se diverte sem precisar sujar as mãos, reforçando a tese de que talvez o inferno seja aqui mesmo. Hobby: Sarcasmo recreativo e combustão espontânea de expectativas. Frase recorrente: “Eu não faria melhor.” |
![]() | Permanentemente ocupado apagando os incêndios morais da humanidade, Gabriel Angélico vive à base de planilhas celestiais, café divino e decepção crônica. A despeito do que possa parecer, não é rival de Zel: talvez a outra face da mesma moeda. Ainda acredita no “Projeto Humanidade”, apesar dos relatórios trimestrais nada animadores. Especialidade: Abrir 37 abas de milagre simultaneamente. Mania: Transformar problemas humanos em gráficos pizza. |
![]() | Cansada do politeísmo tradicional, Kalianne Patel Malik olhou para o Brasil e pensou: “é aqui que eu vou desopilar”. Intensa e com zero paciência para macho frágil (cósmico ou não), simplesmente não negocia com o patriarcado. Seus múltiplos braços podem oferecer acolhimento ou acelerar o karma, depende do humor. Dharma: Despertar o kundalini alheio com feedback imediato. Karma: Meditar enquanto xinga o patriarcado. |
![]() | Reservado e emocionalmente indisponível, o pequeno Madaleno julga silenciosamente humanos, deuses e demônios com o mesmo desprezo. Finge ser o pet do Zel por pura conveniência estratégica, pois acredita que o fim do mundo seria um alívio, desde que não atrase a hora da ração. Premissa filosófica: “Se não serve pra comida, não serve pra nada.” Segredo inconveniente: Talvez seja muito mais antigo do que aparenta. |
![]() | Provável candidato à aposentadoria precoce (ou à canonização), o Dr. Clóvis B. Watson tenta explicar o niilismo com boletos e traumas de infância. Usa termos como “complexo infernomático” e “hostilidade metafísica reprimida” com absoluta seriedade clínica. Já cogitou que talvez o paciente esteja certo – o que explicaria muita coisa. Alma mater: Mefistofélico Instituto de Teopsicologia (MIT). Especialidade: Traduzir apocalipse em demanda afetiva não atendida. |
![]() | Concursado no auge da criação e há 437 anos trabalhando no mesmo setor, Kléber Sísifo, dedicado funcionário público do além, ascendeu por tempo de serviço e absoluta incapacidade de flexibilizar sequer uma vírgula do regulamento cósmico. Não é malicioso, não é benevolente – Ele é o sistema. Cargo atual: Chefe do Departamento de Registro de Tirinhas Aleatórias – DRTA. Especialidade: Solicitar documento que comprove a validade do documento anterior. |
![]() | Com o talento de manter a cognição estática, Kleiton se especializou em transformar situações simples em catástrofes cotidianas, sem quase nunca se dar conta isso. Sua confiança absoluta na própria incapacidade o torna impossível de ser subestimado. Um estudo de caso ambulante sobre como a humanidade consegue se sabotar sozinha. Superpoder: Ignorar a escolha óbvia e mergulhar de cabeça na mais complicada. Realidade gritante: Somos todos Kleiton. |







